A ideia de que "o amor vai vencer o ódio" e a acusação de que o bolsonarismo prega um discurso de ódio é uma coisa engraçada, até fofa.
Deve ser consumida de preferência crua, em saladas ou em sucos, juntamente com cenoura, aipo e salsa, para melhor aproveitamento de seu valor nutritivo. O período de safra é de agosto a janeiro.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
O amor vai vencer o ódio
quarta-feira, 28 de julho de 2021
PT, golpe e democracia
O PT levou um golpe da burguesia na manipulação do debate da rede Globo em 1989. Perdeu a eleição e aceitou democraticamente.
Em 2016 o PT levou um golpe da burguesia, "com supremo, com tudo". A Dilma sofreu o impeachment e o PT aceitou democraticamente.
Nas eleições de 2018 o candidato do PT que estava em primeiro nas pesquisas eleitorais é impedido de se candidatar. O PT sofre um novo golpe da burguesia, dessa vez através da operação lava-jato. Mais uma vez o PT aceitou democraticamente.
É síndrome de Estocolmo que chama né?
Simone Biles desiste das Olimpíadas
Simones Biles decidiu não competir mais nessas Olimpíadas, pelo bem de sua saúde mental. A ginasta, assim como Adriano Imperador, Michael Phelps e Nilmar são exemplos de como a pressão por resultados no esporte de alto rendimento causa aos atletas um sofrimento psicológico que os impede de continuar fazendo o que para muitas pessoas seria um sonho.
quarta-feira, 30 de junho de 2021
Cachorros do Brasil
Há quatro tipos de cachorros na política brasileira. Existe aquele cachorro demesticado e que acata qualquer tipo de comando, existe o cachorro louco que geralmente obedece os comandos mas que as vezes avança até nos donos, tem o cachorro que vive na rua, o típico vira-lata, e por último o domesticado que as vezes tira um rolê na rua e que muitos pensam que é vira-lata mas que no fundo tem uma casa, é bem dócil e obediente.
Lázaro e a bancada rural
sexta-feira, 14 de maio de 2021
A utopia, o horizonte e o socialismo
A culpa é da professora Marocas
Muito bacana a narrativa que culpa quem votou em Bolsonaro pelas mais de 428 mil mortes no Brasil.
Para essas pessoas a professora Marocas que votou 17 por um ódio cego ao PT mas que agora está arrependida tem mais culpa do que a mídia burguesa, os meios de comunicação em massa que deixaram o miliciano crescer e que disseram que a eleição era "uma escolha muito difícil".
Para essas pessoas a arrependida professora Marocas tem mais culpa do que a burguesia que fez uma campanha massiva pelo Bolsonaro, inclusive financiando sua campanha e o gabinete do ódio, como é o caso da indústria armamentista.
Para essas pessoas a professora Marocas deve ser achincalhada pois ela é culpada, não uma esquerda pilantra que falou por mais de uma década que os trabalhadores eram a "nova classe média", despolitizando desenfreadamente a classe trabalhadora.
É mais cômodo culpar a professora Marocas dizendo que ela não sabe votar, pois facilita o caminho de alianças com os verdadeiros culpados.